Pai. Eu te amo.
postado por Amanda Armelin em 16/08/2011
Dia dos pais. Eu tentei deixar a data passar em branco. Mas não dá. Todo mundo tem uma história. Triste, feliz ou indiferente. Sempre há uma história. Talvez compartilhá-la seja uma forma de um pouco da mágoa se deixar ir embora. Talvez seja exposição desnecessária. Talvez vocês nem liguem. Whatever, quero escrever. O melhor pai do mundo foi o meu. Sério. Meu melhor amigo, maior companheiro....
Quinta Sexual 62: Uma experiência lésbica
postado por Amanda Armelin em 11/08/2011
Era nova. Decidida. Bem resolvida. Gostava de homens, mas nunca havia escondido seu interesse e curiosidade por mulheres. Sempre no meio de homens, brincava de ajudar os amigos a avaliar as gostosas alheias. Não se considerava bi. Nem lésbica. De novo, ela tinha certeza que gostava de homens. Mas queria muito passar pela experiência de provar uma mulher. E sabia que não poderia ser qualquer uma....
Nada mais importa (por LME)
postado por Amanda Armelin em 09/08/2011
O texto de hoje é de um leitor assíduo do SaiDaqui, que escolheu ser identificado apenas como LME. Baseado numa história real e absurdamente envolvente. Como não suspirar? Parecia um romance de sucesso, dois apaixonados impedidos por questões maiores de estarem juntos… Ela insistia em lutar contra seu sentimento que era latente e inegável entre eles. Ele, cego e tomado pelo sentimento que...
Sua própria fórmula de ser feliz
postado por Amanda Armelin em 08/08/2011
Lembrava claramente de como antes, seus maiores desejos eram ter nós na garganta e borboletas no estômago. Queria ficar boba, se apaixonar à toa, amar sem limites. Desejava amores malucos, com histórias complexas para que tudo fosse sempre o mais lindo possível, como em filmes românticos. Queria ter uma história perfeitinha para contar aos netos, mais tarde. Aliás, queria envelhecer ao lado da...
Da lambança que a gente faz na vida…
postado por Amanda Armelin em 02/08/2011
Desde que decidira mudar de vida, sofreu algumas consequências. Há dois anos era vítima de preconceito em todo círculo social que se envolvia: no trabalho, nos novos amigos, entre as pessoas que mal a conheciam. Gente que se achava sempre no direito de julgar apenas pelo que ela escrevia. “De outro estado, não conhece ninguém. Cumprimenta todo mundo com abraço e beijo no rosto, não gosta de...