Sobre brincar de ser gente grande:
Pagar água, luz, telefone, internet, condomínio, celular, supermercado e aluguel. Mais 299 taxas à sua escolha, sem contar a saidinha no fim de semana (já que ninguém é de ferro): O chopp, a coxinha, os 10% do garçom. O estacionamento, o seguro, IPTU, IPVA e o caralho à quatro.
Se sentir bonita(o) sem ter dinheiro para investir em si mesma(o), prover amor, sexo, carinho, fidelidade e dar atenção pro(a) gato(a). Isso quando existe um(a).
Perder o vô, a vó e o amigo de infância para o papai do céu, que precisou chamá-los mais cedo. Chorar como se não houvesse amanhã. Conhecer a tristeza que nunca pensou ser possível. Sentir que ela é real.
Engolir o choro, esquecer o medo do escuro, de falar em público, de ser machucada(o) pelo amor. Aprender a consertar corações quebrados apenas com saliva. Mesmo percebendo que sempre ficam pedacinhos faltando.
Tratar bem os animais, as pessoas, as coisas. Principalmente quando eles não merecem, ou quando você não tem amor sobrando para doar.
Sorrir às vezes sem vontade. Aturar quem não se quer. Não poder ter mais a sinceridade de criança, nem dizer o que realmente pensa sem filtrar as palavras.
Morar longe da mãe, sofrer por quem não se deve. Cortar laços, abandonar raízes, destruir castelos de areia. Chorar de saudade da mãe. Ligar pedindo colo.
Perder o emprego, ficar desesperada(o). Encontrar outro emprego, continuar desesperada(a). Respirar fundo e se acalmar.
Procurar amor, over and over again. Desistir por hora. Voltar a procurar.
Fazer novos amigos. Não esquecer dos velhos.
Viajar pra longe, pra perto E na maionese. Sozinha(o), com a família, com os amigos ou à dois.
Ganhar dinheiro. Gastar ele todo. Pagando água, luz, telefone…
Sorrir ao fim do dia. Além de deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz.
SaiDaqui!
Gosto de gente que deixa o espírito se perder na infância: gente que ainda gosta de algodão doce e dá risada quando vê que o nariz está sujo de chantilly.
Pessoas que tem a certeza de que nada é tão certo quanto parece, e que viver o hoje ainda é mais importante que fazer planos. E que sabem que fazer planos é importante, mas entendem que deixar o mundo lhes surpreender um pouco também não dói.
Essa gente que gosta do hoje, mas acredita que amanhã pode ser ainda melhor. Que ainda dá bom dia na rua pra um desconhecido e sabe ceder o lugar no ônibus com um sorriso no rosto.
Quem ainda se surpreende com coisas idiotas e não tem vergonha de chorar quando dói. Gente que diz um “eu te amo” despreocupado enquanto abraça a mãe, ou que ganha o dia quando ganha balas do avô.
Esses de espírito leve, que dizem “eu te perdoo” pra quem lhes machuca e não conseguem pedir desculpas. De alma crescida, que sabem também perdoar a si mesmos quando agem errado.
Gosto de gente que ri de palhaço, que põe a língua pra fora quandochove, só pra sentir o gostinho da chuva. Gosto de gente que dança sem música, que vai no circo e que senta na grama. Gente que come doce antes do almoço com cara de quem está fazendo arte, de quem vê foto e sente saudade.
De quem tem a capacidade de se apaixonar todos os dias por algo novo. De quem sorri com o coração. Gosto de gente travessa, arteira e espontânea. Como aquele sorriso que criança dá quando gosta de você.
Gosto de brigadeiro, de pipoca, de maçã do amor e de roda gigante. Gente que sabe fazer a vida um tobogã divertido. Que não se lamenta à toa e sabe agradecer quando algo ou alguém lhe agradam.
Sou fã de gente criança assim: capaz de sorrir depois de ler esse texto, mesmo que pra ninguém ver, porque sabe que um sorriso nunca é desperdiçado.
Agora SaiDaqui!
Alô pessoal, vamos ajudar o @cliquedobem a fazer o Natal de algumas crianças mais feliz?
É muuuito simples: Basta clicar AQUI e pronto. Com um clique apenas, ajudaremos a dar brinquedos para as crianças da “Associação Amigos do Barracão”
#Partiu ajudar? Divulgue, clique, retuíte!
Infância:
Walcir era um menino pobre, negro, sem estudos e além de um pai foragido da polícia, tinha uma mãe alcóolatra. Ele e seus quatro irmãos (cada um de um pai diferente) dividiam um quarto minúsculo na periferia de São Paulo. Além do espaço, tinham a comida contada e o dever de catar papelão diário. Fizesse chuva ou sol. Em seu tempo livre, gostava de jogar bola na terra com seus milhares de amigos.
Plínio por sua vez, era rico, ruivo, branco e falava três línguas. Tinha de prontidão tudo que pedisse aos seus pais. e vivia sendo mimado: Ia pra escola quando tivesse vontade. Em dias de chuva, podia acordar mais tarde e ter aulas dentro da própria casa. Seu quarto era amplo e iluminado, com vitrais enormes e coloridos. Era filho único e tinha poucos amigos.
Adolescência:
Walcir comia pouco, era forte porque trabalhava muito e sorria sempre. Vivia cercado por drogados e bêbados, jurou que nunca seria igual à eles.
Plínio comia muito, teve que fazer redução do estômago muito cedo, não sabia o significado da palavra trabalho e vivia de mau humor. Se meteu nas drogas porque queria impressionar. Acabou numa clínica de reabilitação aos 19.
Maturidade:
Walcir estudava à noite (ia apenas em dias que não estava morrendo de sono ou fome) e se formou numa faculdade pública com muito esforço. Conseguiu um emprego relativamente bom. Conheceu a mulher de sua vida, casou e teve 3 filhos que tratava com todo amor do mundo. Atingiu a classe média e lutava sempre para dar o melhor para sua família. Era feliz como sempre fora, mas agora confortavelmente.
Plínio largou os estudos porque queria viajar. Acomodou-se com a herança dos pais e decidiu que viveria de farra. Transou com milhares, mas nunca conheceu o significado da palavra amor. No fim das contas, tinha que pagar por sexo. Perdeu boa parte da herança por não saber economizar. Estava infeliz como sempre fora, mas agora menos confortavelmente.
Velhice:
Walcir comprou imóveis, soube guardar dinheiro, fez trabalhos voluntários, educou os filhos e netos muito bem. Tinha a melhor família do mundo, gabava-se. Morreu por causas naturais, teve um lindo enterro e deixou sua boa lembrança na Terra.
Enquanto Plínio tornou-se cada vez mais miserável, a ponto de viver de favor, implorar por sexo e tornar-se foragido da polícia. Morreu novo, levou um tiro de bala perdida. Foi enterrado numa cerimônia simples, com pouquíssimas pessoas além do seu filho bastardo, o Walcir.
E nessas horas eu pergunto: É REALMENTE o ambiente que faz o homem? Das escolhas que a gente faz na vida, sempre há outro caminho. Cabe a você escolher o melhor deles. Pense nisso: Não importa como você começou, mas quer terminar como Walcir ou Plínio?
Pobreza é um estado de espírito, e não um extrato bancário. Suas atitudes o definem, nunca seu dinheiro.
E SaiDaqui!
E é assim, enquanto você dorme feito criança cansada depois de brincar o dia todo, com semblante alegre de quem tem sonhos lindos de futuro, que me pego escrevendo sobre nós.
E pensando no que somos hoje.
Afinal, o que somos hoje senão o fruto dos males que vieram para o bem de ontem? Senão a prova viva de que amor existe, e é capaz de superar toda e qualquer barreira?
Passamos por barreiras altas. E por pessoas ruins. E por momentos tristes. E por muitas mágoas.
E quer saber? Esse é só o começo. Mas eu não tenho medo.
Porque temos nossos momentos de alegria plena. De bobagem absoluta. De carinho puro. E de sexo selvagem.
De conversas sérias. De piadas idiotas. De discussões acaloradas. E de vontade de nos batermos.
De faxina no fim de semana. De fazer nada além de assistir algum seriado. E de encher a cara na balada mais próxima.
Temos nossos momentos de carência absoluta. De vontade de chorar. De olhares compreensivos. De sacrifícios. De ciúmes. E tudo sempre acaba em beijos.
Temos nossas provas diárias. Nossas assombrações. Nossos medos. Nossos vícios. E nossas certezas.
Temos nosso sentimento. Temos reciprocidade.
E ainda conseguimos olharmo-nos nos olhos um do outro e dizer o “eu te amo” mais sincero e cheio de amor do mundo.
Ainda assim, tivemos a certeza de uma vida juntos no futuro, e deixamos muita coisa para trás em busca de uma nova vida. Deixamos os “eus” para sermos “nós”.
E ainda assim eu consigo quase chorar de alegria, só por te ver dormindo.
Hoje, eu vou SairDaqui. E te encher de beijos. Porque mesmo com todos os nossos defeitos, você é o maior amor da minha vida.
Acho que dentre os sonhos de quase todas as “pessoas biologicamente maduras” (refiro-me àquelas com capacidade de cuidarem de si mesmas e talvez de outras) está a vontade de ser pai ou mãe.
Talvez se trate de uma percepção completamente errada de minha mente viajada, mas acho que há uma certa hiprocrisia quanto a ter filhos cedo. Pare pra pensar: Cada vez mais divórcios, discordância e violência. Todos os dias vemos assassinatos e poluição. E sempre tem menos amor que ontem.
Daí a ter um filho completamente desplanejado, inesperado e sem condições financeiras mínimas para dar um bom conforto para aquela pobre criança que virá à este mundo desvirtuado em que vivemos, é um ato insanamente hipócrito.
Claro que acidentes acontecem, e quase sempre são bem vindos. Não trataremos deles nesse texto. Nem daqueles indesejados, porque já entraríamos no assunto aborto, que por sinal é tema para outro post.

Eu confesso que nunca quis ter filhos. Nunca tive vontade de “sentir as dores do parto e cumprir meu papel de mulher”, tive a plena convicção de que não teria filhos por diversas razões. Dentre elas, algumas principais que seguem:
Medo de ser uma péssima mãe. Sempre tive jeito com crianças. Mas as dos outros. Do tipo que se devolve quando começa a encher muito o saco. Aliás, como eu poderia estar presente nos momentos importantes do meu filho com meus objetivos de carreira, que envolvem muito estudo e trabalho? Até que ponto ter um filho e deixar para outras pessoas a responsabilidade de cuidar dele?
Perder minha liberdade. Viajar quando der na telha, tomar uma cervejinha com os amigos sem hora para voltar ter meus momentos sozinha ficaria fora de cogitação. Acho que no fundo, medo da responsabilidade (que talvez seja a maior na vida de qualquer pessoa).
O mundo está uma merda, convenhamos. É para esse mundo que eu quero trazer uma criança? Um mundo onde educação é uma carteira de investimento oferecida por qualquer banco por aí? Onde política e honestidade não andam juntas? Onde a pressão do mercado de trabalho começa antes do que deveria? Onde amor e compaixão deram lugar ao dinheiro? Aqui, onde se ele não fizer parte dos mais fortes, pode acabar fazendo malabarismo no semáforo?
A infância não é mais a mesma. Eu (que só tenho 22 anos) cresci brincando na rua, rolava no chão por causa de futebol, pega-pega e esconde-esconde. Fazia amizades de carne e osso.
Hoje, meus primos mais novos são craques em video games. E suas relações de amizade quase sempre vem de Orkut, Msn, Twitter, Facebook…E a amarelinha? Se perdeu onde? Brincar é somente divertido quando na Internet? Como assim? o.O

Por fim, não gostaria de ver no rosto do meus filhos sinais do ceticismo aos sentimentos mais bonitos da humanidade. Não quero que ele tenha um precoce desdém a relacionamentos amorosos, uma precoce falta de fé na humanidade…
Não sei. Tudo isso me assombra, e muito.
E antes que me perguntem: Sim, eu terei filhos. E não será por obrigação.
Todos os itens acima não desaparecerão do meu caderninho mental de preocupações, mas eu sei que ao lado de quem se ama, podemos fazer nosso melhor para evitar que eles nos assombrem. Eu sei que seremos ótimos pais. Daqui alguns anos, é claro. (Né @rbarato?
)
Agora SaiDaqui! e vai trabalhar…

"Não mamãe, eu não quero sair daqui!"
Tenho visto várias resenhas e opiniões sobre os filmes da atualidade: Avatar, 2012, 500 dias com ela, etc..
Decidi não participar das massas.
Como várias das opiniões lidas foram bastante críticas, comecei a pensar no pior filme que já tinha visto na miha vida.
Sério, eu ADORO flmes, cinema, livros e tudo que nos envolva com imaginação. Assisto todos os gêneros, leio um pouco de tudo e não tenho preconceitos quanto à filmes/livros viajados.
Mas tem um filme inesquecível em minha história. Inesquecível, porque é o pior filme de todos os tempos. Dublê de Anjo.

Sabe aquele tipo de filme que você assiste, começa a ficar chato…Então você espera que ele melhore, mas ele vai cada vez mais caminhando para um abismo sem fim de chatisse extrema?
Além de absolutamente viajado, a história começa a não fazer mais sentido.
Terminei de assistir por puro respeito. Para ter certeza que ele era ruim assim mesmo, do começo ao fim. E infelizmente, era.
Pelo roteiro e idéia inicial do filme, ele tinha tudo para ser MUITO bom. A história se passa num hospital, e é narrada aos olhos de Alexandria (Cantica Utaru), uma menina bastante cheia de imaginação. Começa com um bilhete da menina, dedicado à uma das enfermeiras, que para acidentalmente nas mãos de Roy (Lee Pece) – um dublê recém acidentado que acaba de ficar paralítico. E pra ajudar, está com o coração partido.
Eles tornam-se amigos, e Roy sempre conta histórias para a menina, que passa a sonhar com as mesmas todas as noites. Obviamente, na mente de Alexandria, os personagens da história (o indiano, o escravo, o místico, Luigi, Charles Darwin, o bandido e o Governador Odioso) são interpretados por pacientes do hospital.
Mas engana-se quem acha que Roy tem apenas boas intenções com as histórias que conta. Maliciosamente, o contador de história conduz a pobre garota a ajudá-lo em seu plano de suicídio.
Dirigido pelo indiano Tarsen Singh, o filme possui um ótimo roteiro, mas deixa muito à desejar no filme em si.
Não vale à pena. Não mesmo.
Mas como obviamente, você deve ser um leitor curioso, e terá que ver com seus próprios olhos. Então, só posso desejar uma boa sorte.
Se você gostar do filme, nada contra. Gosto é como cu nariz, cada um tem o seu.
Por curiosidade, esse é o trailler:
Agora SaiDaqui!
Tirei o último domingo para comprar os presentes de Natal. Claro que optei por ir ao shopping: comodidade, várias opções de lojas, praça de alimentação (que ser em sã consciência cozinha num domingo à noite?) e claro, ar condicionado.
Confesso que nunca fui fã de compras, nem de shopping, muito menos de multidão e liquidação de fim de ano. Mas temos o tal dever para com a família e sociedade, bem como amigos secretos e lembranças para os amigos mais próximos. Não tivemos opção: Arrastei meu namorado comigo (que por sinal, gosta TANTO quanto eu de fazer compras).
Nessas horas eu me sinto um extraterrestre. Como alguém pode realmente GOSTAR daquele inferno?
Famílias inteiras passando horas dentro de uma única loja. Maridos carregando sacolas e mais sacolas enquanto as mulheres se matam de experimentar roupas. Crianças gritando pra todos os lados por causa do Papai Noel de barba falsa e barriga de travesseiro. Praça de alimentação lotada e barulhenta. Casais discutindo sobre o que comprar para fulano ou ciclano. Vendedores já aflitos e cansados de tanto dobrar e desdobrar roupas. E mais crianças, e mais lojas, e mais vendedores, com adicional de barulho for free.
Credo! Isso não é pra mim.

Comprei tudo que precisava em questão de uma hora e pouco. O presente que mais demoramos pra escolher, acho que demorou 10 minutos, no máximo. A lógica é tão simples: Bater o olho na vitrine, entrar na loja, perguntar o preço, decidir se o objeto tem “a cara” da pessoa a ser presenteada, e pagar por ele.
O que é tão difícil nisso?
JURO que ainda tento entender como tem gente por aí que pensa em fazer compras como uma “atividade relaxante”…Oh, BITE ME!
Bom, pelo menos já compramos TODOS os presentes de Natal a serem distribuídos. E por mais que tenham sido de rápidas escolhas, foram todos escolhidos com amor e carinho.
Agora SaiDaqui e vá embrulhar os presentes…

Foto de @rbarato
Ela tem cara de sonsa, pose desleixada e coração de criança.
Acredite ou não, ela é real.
Ela vive com a cabeça na lua, com música nos ouvidos e coração na boca.
Ela é gorda, magra, feia e bonita, da mesma forma, tudo junto e quando quer.
Ela tem mil defeitos e consegue ser perfeita, sabe-se lá como. Só ela sabe.
Ela não gosta do que vê, mas sorri pra quem a odeia.
Ela não sabe disfarçar.
Ela é humana.
Ela é divertida até sozinha.
Ela vai te amar até quando te odiar.
Ela não sabe brigar.
Ela é menina e mulher, ela sorri bonito e deixa os outros querendo descobrir qual é o segredo que faz ela rir…
Agora SaiDaqui e vá procurá-la.
Fuçando em meus textos antigos e fotologs abandonados, achei algumas coisas legais. Esse me deu vontade imediata de postar, então lá vai:
Some dance to remember. Some dance to forget.
Certas pessoas, momentos e coisas são completamente inesquecíveis.
Existem aqueles que passam. Aparecem de um jeito “the flash”, e se vão na mesma velocidade. São rápidos, mas deixam rastros definitivos.
Há os que não te deixam. aquelas pessoas que estão há tempos ao seu lado. Esses a gente conhece de olhos fechados, de ponta cabeça e até embaixo d’água.
Momentos decisivos. Momentos comuns, normais, tristes e felizes. Momentos que a gente guarda pra sempre, como uma fotografia dentro da cabeça.
Existem aqueles que nem em mil palavras poderiam ser descritos. Aqueles onde nada é falado, e muito é dito. Aqueles onde se deseja que o tempo pare.
E aqueles tristes? Os que mais fazem doer, apertar, machucar. Esses ensinam. Muito mais do que se imagina.
Por isso, meu espírito se prendeu na infância. E é por lá que eu quero que ele fique. Por muito tempo.
Um dia me trouxeram pra esse mundo adulto. Cheio de intrigas, complicações, preocupações e responsabilidades e frustrações.
E nesse meio-termo de menina e mulher eu me encontrei. Bom, não 100%, mas o suficiente pra dizer que não sou o que você acha. Muito menos o que pareço. Também não sou o que te disseram. E nunca vou ser o que você quer que eu seja.
By @amanda_arm on 16/07/06 – Céu estrelado. Mais lindo que um dia comum poderia mostrar.