Jeito caminhão
postado por Amanda Armelin em 10/01/2014
Sempre tive assim, um jeito meio caminhão. Para alguns isso é autêntico, para outros, abusado. Infelizmente, para alguns poucos, é desrespeitoso. Claro que eu tomo o cuidado diário (principalmente profissional) em se tratando de conhecer novas pessoas, mas ser tão direta e simples às vezes deixa escapar um palavrão, uma leve referência à sexo, uma opinião mais avessa ao senso comum…Nada...
Home Office: o futuro da nossa saúde
postado por Amanda Armelin em 25/09/2013
Esses dias uma amiga postou algo sobre trabalhar em casa que só fortalece o que eu sempre achei: o home office é o futuro da nossa saúde (e de nossa sanidade mental). Deixando questões burocráticas de lado, e pensando apenas racionalmente na praticidade da coisa, vamos a um exemplo prático, que milhares de paulistanos se submetem: quem, em sã consciência, chega feliz e contente no trabalho...
I got my mojo back!
postado por Amanda Armelin em 11/09/2012
Dizem que a primeira impressão é a que fica. Eu honestamente espero que sim. Sabe, no fim das contas faz muito bem chegar ao fundo do poço em certos pontos cruciais da vida: acho que eles nos fazem valorizar muito mais os bons momentos quando o inferno astral, castigo, destino, karma, azar (ou seja lá que nome você dê) vai embora. Recentemente passei por um período assim: mudei minha...
Super Heróis Profissionais
postado por Amanda Armelin em 23/07/2012
Qual é a imagem que vem a sua cabeça quando você pensa em um super herói? Um cara sarado, forte, alto, bonitão, olhos azuis, cabelos dourados, autoconfiante, conversa de lorde e roupas impecáveis, tipo Principe Encantado do Shrek ou Gaston da Bela e a Fera? Um cara cheio de super poderes, roupas de plástico e capacidade de voar, tipo Batman, Super Homem ou Homem Aranha? Braços poderosos, poderes...
Respeito é bom…
postado por Amanda Armelin em 17/07/2012
Não me importa sua idade, sua raça, sua cor, sua altura. Não ligo a mínima para o seu peso, suas roupas, sua opção sexual, seu estilo ou seu cargo na empresa. Não julgo seus vícios, suas atitudes e nem se você tem tatuagem, piercings ou cabelo colorido. Não faço questão de saber seu sobrenome, a origem da sua família, muito menos seu histórico escolar ou sua religião e crenças. Você pode ser CEO...