Segunda Cultural 16: A Origem
postado por Amanda Armelin em 09/08/2010
Trabalhando com um roteiro de sua própria autoria, e que encontra ecos em toda a sua filmografia, o cineasta Christopher Nolan nos apresenta a seu personagem principal, Don Cobb (Leonardo DiCaprio), um ladrão profissional especializado em subtrair segredos industriais diretamente do subconsciente das suas vítimas, por meio dos sonhos. Cobb e seu parceiro, Arthur (Joseph Gordon-Levitt), são...
Princesa? LFV
postado por Amanda Armelin em 06/08/2010
Era uma vez… numa terra muito distante…uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima. Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico… Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me...
Onze minutos, em um minuto.
postado por Amanda Armelin em 03/08/2010
Pequenos fragmentos de verdades absolutas que encontramos perdidas por aí. “No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso… Já me senti ferido quando perdi a mulher por quem me apaixonei… Hoje estou convencido de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém… Essa é a verdadeira...
Sensações Adversas
postado por Amanda Armelin em 02/08/2010
Abro a janela pra vê-la cair fina. Deliciosamente silenciosa e fria. Ela sempre foi sinônimo de silêncio, meditação. De música cantada com os olhos. Abraços dados em gotas. Da tristeza errada, carregando o corpo com saudade de outra metade que não existe. De uma vontade incompleta daquele sei-lá-o-quê com cheiro de baunilha. De pipoca, filme, algodão doce e sonho de padaria. Ninguém deve gostar...
Estrelas no olhar, e música no coração
postado por Amanda Armelin em 28/07/2010
Ela tinha estrelas no olhar. Ele, música no coração. Nem se imaginavam conhecer. Acreditavam em tanta coisa que já era considerada cafona que preferiam nunca dizer nada. Limitavam-se em sentir. Mas sentiam sozinhos, cada qual em seu quarto vazio e solitário. Vez ou outra revirando fotos antigas, chorando baixinho sem razão aparente, ou ficando quietos no escuro, aguardando o sono em meio à...