A vez do mobile

Adoro infográficos, e a galera da Grumft fez um super legal sobre o mobile:

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@amanda_arm dia 16 de abril de 2014
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A arte do desapego

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Sempre achei que desapegar de coisas, pessoas e sentimentos desnecessários é uma arte. Tento praticar desde que me conheço por gente e digo mais: dá até pra ganhar uma graninha extra fazendo isso.

Confesso que tenho um gosto pessoal pelo slogan da OLX Brasil: desapega! Ao mesmo tempo que é institucional, toma um sentido amplo se você se dá ao direito de viajar na maionese e pensar como filosofia de vida.A ideia do site é facilitar a vida: proporcionar uma solução simples, rápida, eficaz e segura para a compra-venda de bens e serviços, independentemente da localização de seus  utilizadores. E, se serve de incentivo, é utilizado em mais de 96 países em 40 línguas e é sucesso desde 2006.

Tá esperando o quê? DESAPEGA!

PS: E esses ETs que são meio manos? HAOIAHAOIAHAOIAA

 

* este é um post patrocinado *

@amanda_arm dia 11 de abril de 2014
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Stand-up comedy: coisa de gente especial

Pare um minuto. Tente não rir.

Eles são a prova de que todo mundo pode.

 

Josh Blue:

Maysoon Zayid,  no TEDWomen 2013:

Vi no Treta.

@amanda_arm dia 4 de abril de 2014
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Para a gordinha do parque que vi ontem…

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Ontem, no caminho de volta pra casa como de costume, passei em frente a um parque municipal, onde nesse horário pós-expediente não é nada incomum encontrar pessoas se exercitando por ali. Tudo perfeitamente comum, até que eu avistei um ser que parecia destoar da situação como um todo.

Uma gordinha do tipo bem rechonchudo, trotando com muita dificuldade em sua camiseta preta larga e legging azul trazia os olhos cabisbaixos, uma clara expressão de dor e sofrimento e emitia claros sinais de vergonha, a cada pessoa que a ultrapassava. Ela sabia que estava chamando muita atenção naquela situação.

Eu senti vontade de falar com ela, mas não o fiz. Então, vim aqui ser sincera e externar tudo que eu queria ter dito ontem, na cara dela.

“Você destoa desse local.  As pessoas estão rindo de você. Vejo claramente expressões de dor em seu rosto e corpo, e por isso vim aqui pedir:  não deixe NUNCA que nenhuma dessas coisas te faça desistir.

Você é LINDA do jeito que é, e as pessoas tem essa mania otária de serem preconceituosas com tudo que é diferente. Eu mesma já estive no lado dos gordinhos e sei que não é fácil: carregar o peso do lanchinho extra, do chocolate fora de hora e da cervejinha de fim de semana é um sacrifício que literalmente dói. Eu entendo que sua força de vontade tem que ser maior que a maioria das pessoas que estão aqui à nossa volta.

Não me importa se esse é seu primeiro ou milésimo treino, só me importa que não seja o último: a guerra com a balança não trata de vitória ou derrota, apenas de continuar a se mexer. Você é o que é, e conseguir dar meia dúzia de passos correndo é um milhão de vezes melhor do que todas as outras pessoas que ficam no sofá, apenas se prometendo começar a dieta e o exercício físico.

Respeite seu corpo, respeite seus limites, e respeite a si mesma. Levanta essa cabeça e vença sua batalha interna todos os dias. Fique feliz com o processo, e nunca se compare com ninguém. De novo, você é linda. E guerreira.”

@amanda_arm dia 1 de abril de 2014
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Cupidity

Tente não achar fofo:

 

@amanda_arm dia 31 de março de 2014
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Acostume-se

Happines

Acostume-se com meus pés sujos: a vida inteira eu andei descalça e é só assim que gosto de perambular pela casa. Acostume-se com minhas crises de bom humor matinais: eu respeitarei seu mau humor, desde que você não se incomode comigo brincando de pega-pega com o cachorro enquanto faço seu café da manhã pra levar na cama.

Acostume-se com meu ciúme: tenho sim, sinto sim e controlo sim. Não provoque e ficará tudo bem. Acostume-se a gostar de bichos: se você tem vergonha de gente que fala com voz idiota com animais ou que para no meio da rua pra fazer um carinho em um, fuja agora. Acostume-se com o gosto de comida caseira e fresca, porque a cozinha é meu santuário e você sempre será minha vítima favorita.

Acostume-se com meus ataques de riso espontâneos e arrotos altos: as pessoas vão olhar, sentir vergonha alheia e inveja da nossa felicidade idiota. Acostume-se ao meu jeito maroto em público, e com a maneira que pareço menina quando te olhar dentro dos olhos. Acostume-se a ser meu ombro quando precisar chorar escondida do mundo.

Acostume-se com o jeito que a minha vida é corrida, cheia de planos, projetos e vontades malucas: não tire sarro se eu quiser comer feijão com pão às 3 da manhã. Inclusive, acostume-se a fazer planos. Inclusive, acostume-se a gostar de chuva. E acostume-se que tenho sempre razão, até quando não tenho.

Acostume-se também com minha mãe, que sempre dará um jeito de tirar sarro de tudo que você fizer, e com minha irmã, que um dia vai ser nossa filha de mentira, mas de verdade. Aliás, acostume-se bastante com minha família, porque nunca soube e nem pretendo me desgrudar dela.

Acostume-se com declarações de amor públicas e textos escritos só pra você. Acostume-se a ser amado e admirado: não perca o jeito quando me pegar te olhando com cara de boba apaixonada.

E por fim, acostume a se acostumar comigo por perto, que é onde eu sempre pretendi ficar.

@amanda_arm dia 21 de março de 2014
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21 de março: dia mundial da Síndrome de Down

Uma mãe descobre que está grávida de um menino com Down, e pergunta que tipo de vida o bebê terá.

A resposta vem em forma de um vídeo lindo, comprovando que ser diferente não significa ser infeliz ou incapaz.

Conscientize-se. Ame mais, julgue menos.

@amanda_arm dia 20 de março de 2014
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Eu menti

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Sabe o que é? Quando eu disse que te amava a ponto de te deixar ir embora, eu menti.

Menti que tudo ia ficar bem, pensando que quem ama de verdade, liberta. Mas eu repeti isso tantas vezes tentando convencer a mim mesma, que o coração entrou em choque e eu continuei esperando que você voltasse.

Deixei a porta entreaberta e peguei o drink mais forte que encontrei pela casa. Sentei no chão e coloquei nossa música pra tocar, na esperança que aquela deprê toda servisse apenas de inspiração para um texto ou dois, porque no fundo, cê também não conseguiu realmente ir embora e ia voltar correndo, com um girassol na mão e duas lágrimas no rosto. Que ia quebrar meu interfone de tanto tocar, subir oito degraus de escada porque o elevador demoraria tempo demais e você tinha pressa. Pressa pra entrar correndo, me pegar no colo e beijar bem forte, enquanto rodava feito cena de cinema. Na verdade, esse beijo teria riso, choro e viria acompanhado de promessas e juramentos de amor eterno.

Mas nossa história não teve final feliz. Na verdade, ela nem teve tempo de acontecer.  Você tinha pressa e eu precisava de um pouco mais de tempo.

A porta continuava ali, de moldura vazia sem você pra aparecer correndo e preencher o batente, meu copo, meu corpo e a vida inteira que projetei num futuro-quase-perfeito que já envolvia uma varanda, uma rede, um filho e dois cachorros. Outra bebida e o silêncio ensurdecedor do meu coração disparado à espera do que eu já sabia lá no fundo que não aconteceria.

E se eu bem te conheço, sei que você quase veio. Que, apesar de ter ataques de ímpetos e hesitações, seu signo tão pé no chão (que dizem por aí que não combina com o meu e eu tava louca de vontade pra provar que era todo mundo errado quanto à isso) fez você largar a chave do carro todas as vezes que o coração quase conseguiu falar mais alto que a razão.

Eu senti daqui seu medo (que também era meu medo) e tive medo de te ligar pra confessar que era tudo mentira: que sem você eu não seria completa, nem feliz e que muito menos, tudo ia ficar bem. Tive vergonha de dizer que minha felicidade tava sim atrelada a ti, e não quis te jogar esse peso todo do meu sorriso.

Chorei mais um pouco, peguei outra bebida e passei a chave na porta. Descobri que esse era o preço de fingir que sabia tanto falar de amor, quando na verdade, o amor era só um par de olhos. Verdes.

@amanda_arm dia 20 de março de 2014
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Erótika Fair 2014 – São Paulo de 27 a 30 de Março

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Consolidada como uma das feiras oficiais do calendário cultural de São Paulo, a Erótika Fair chega à 21ª edição de casa nova. O evento, que antes acontecia no Palácio de Convenções Anhembi, será realizado noCentro de Exposições Imigrantes, entre os dias 27 e 30 de março.

O mercado erótico no Brasil vive hoje um de seus melhores momentos. Resultado disso é o surgimento de novas empresas, a participação de marcas internacionais, o nível de investimento dos participantes, as parcerias estratégicas realizadas e a constante busca e satisfação do público consumidor. O objetivo da feira é proporcionar o encontro de todas as esferas para assim elevar o mercado sensual a um patamar nunca antes alcançado.

Em sua última edição, em 2013, a Erótika Fair recebeu cerca de 32.000 visitantes e movimentou aproximadamente R$ 18 milhões em negócios. Para esta edição, os organizadores esperam receber 50.000 pessoas e pretendem uma expansão em mais de 25%.

A feira é considerada a principal ferramenta de comunicação do mercado adulto brasileiro e o mais importante encontro de negócios do mercado erótico latino-americano.

Serviço:

Erótika Fair (27 a 30 de março de 2014) – Centro de Exposições Imigrantes (Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Jabaquara – São Paulo – SP)

 

Horários: das 14h às 17h dos dias 27 e 28, o evento será reservado para os profissionais do setor e, após as 17h, os portões serão abertos a todo o público, que poderá conferir as novidades do mercado em primeira mão, além de curtir shows sensuais, concurso de pole dance, brincadeiras sensoriais e muito mais. No final de semana (dias 29 e 30), os portões abrem às 14h para todos os visitantes.

Informações à imprensa: Notícia Expressa Assessoria de Imprensa (miriam@noticiaexpressa.com.br)

Ingressos já à venda em: http://www.ingressorapido.com.br e http://www.lojadoprazer.com.br

 

OBVIO QUE ESTAREI LÁ PARA MAIS DISSO:

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@amanda_arm dia 19 de março de 2014
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Me espera, amor

Por Dani Bovolento

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Você se esconde de mim e eu procuro. Procuro no meio das ruas, furando os carros, indo na direção contrária pra não ver o semáforo gritando em vermelho, pra não ter que parar e perder tempo parado sem procurar você por aí e olha, eu sinto muito, eu sinto mesmo quando disse que não vinha te ver hoje, sinto mais ainda por não ter visto o teu vestidinho de botão novo, por não ter escrito cartão, por não ter estado aqui.

Eu demorei pra chegar porque tava largado lá em casa, com medo e cerveja, repetindo pra mim no reflexo do vidro, ei, cara, você gosta dela, por que tanto medo de se entregar assim?, por que essa coisa de que você não precisa de ninguém quando claramente sofreria se ela fosse embora de vez?, daí eu levantei, peguei a chave do carro, parei na porta e olha, quase não consegui abrir a maçaneta porque eu tremia. Engraçado isso porque eu me visto bem, com segurança, pra passar aquela ideia de que eu sou um cara em quem eles podem confiar, um cara que carrega o mundo nas costas e você nos braços e, ainda assim, me vi ali perdido, pequeno, confuso, mas eu a amo, então vai em frente, porra!

Não consegui ligar o carro. Suei. Suei pra caralho e achei que fosse te perder porque eu sempre estrago tudo. Fiquei naquela de ligar ou não, liga logo, não ligo, ela vai descobrir as minhas manias feias e vai dar o fora, vai dar o pé, vai jogar os meus presentes no lixo e vai me matar dentro dela, vai chegar um dia e dizer que se apaixonou por um cara, um músico, isso, um músico, e contar que ele tem uma voz bonita e canta com violão pra ela, e eu vou me amargurar de tal forma, vou fingir que vou ficar bem, mas sei que vou morrer por dentro porque ela tá me matando, e olha que besteira é essa de pensar assim, ela tá aqui agora e não no futuro, rapaz, vai logo atrás dela.

E eu fui. Vim, na verdade, e cê já tinha ido embora.

Ô, meu bem, me espera e não vai, não. Me espera aí, parada num futuro-quase-concretizado que eu não quero usar teu nome numa frase no passado, que eu não quero ter que explicar a burrada que eu fiz de não ter vindo te buscar logo. Larga essa mala na escada rolante e se perde no aeroporto com o teu vestido novo de botão que cê queria tanto me mostrar, eu te grito, uso alto-falante, anuncio o teu nome no visor e te encontro antes de você ir, te impeço, por favor, meu bem, guenta mais um pouco que eu tô chegando. Faz aquela cara de brava, mas me deixa te ver, deixa eu te fazer presente, me fazer presente, construir uma casinha pro teu cachorro e largar a cerveja e o medo um pouco de lado pra te beijar a testa e dizer que fico, eu fico pelo bem de todos e felicidade geral da minha vida, eu fico porque preciso olhar mais vezes pros seus olhos e cair pra dentro de você de manhã, me espera, vai. E é sobre o tempo que eu tanto prezo, sobre sempre estar na hora que eu erro, dessa vez eu me atrasei e não tem justificativa, mas sabe aquela coisa de que as coisas boas da vida sempre fogem do planejamento? Cê saiu de todas as linhas do meu Excel e eu tô indo atrás de você pra te buscar, pra te parar, espera eu passar por essa merda desse trânsito e me diz que fica, que aceita as minhas desculpas, me aceita as minhas flores e que me aceita também.

Me espera, amor, que eu tô chegando pra te salvar do mundo.

@amanda_arm dia 19 de março de 2014
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