Ciclo sem fim

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A triste vida de ter que se justificar de qualquer um.

- Engravidou? Quando nasce?
– Nasceu? Quando vai andar e falar?
– Andou/falou? Quando vai pra escolinha?
– Já está na escolinha? Quando entra no ensino fundamental?
– 6ª série? Quem é sua namoradinha?
– Namoradinha? Quando vai focar nos estudos?
– Colegial? Já sabe o que vai fazer na faculdade?
– Faculdade? Quando se forma?
– DP? Mas, quando se forma?
– Se formou? E quando vai atrás de um emprego?
– Tem um emprego? E aquela sua namoradinha?
– Tá namorando? Quando é o noivado?
– Noivos? Quando é o casamento?
– Casaram! Onde vai ser a lua de mel?
– Fim de lua de mel, volta à realidade. E quando vão comprar sua própria casa?
– Casados, empregados, com casa própria. Quando terão filhos?
– Ah, primeiro cachorros? Ok, e os filhos?
– Engravidou? Quando nasce?

Amanda Armelin dia 14 de julho de 2014
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Não seja eu

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Não deixe que o tempo passe.

Cobre promessas.

Não se acomode com o que incomoda.

Entenda que ser bom não é o mesmo que ser idiota.

Não seja palhaço de circos que não te pertencem.

Escolha minuciosamente suas batalhas.

Arrisque e mude sempre que necessário.

Faça algo somente enquanto houver brilho nos olhos.

Deixe o medo pra trás: jeito sempre tem.

Cultive apenas relações que são ganha-ganha.

Não se doe para quem não valoriza.

Trabalhe sempre para viver (bem), nunca o contrário.

Ponha sua saúde e qualidade de vida em primeiro lugar.

Gerencie seu tempo, seu dinheiro, seu ego.

Tenha paciência, mas não ature desaforos.

Goste do que faz, ou vá fazer outra coisa.

Seja gentil e educado, principalmente quando não merecerem.

Entenda que a vida não fica mais fácil: você que fica mais forte.

E acima de tudo: não seja eu.

(Dá úlcera).

Amanda Armelin dia 7 de julho de 2014
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Copa? Então #AquiTemFesta ! \o/

Sabe o que é?

Se a gente deixar tudo de lado e parar pra pensar só na parte boa, o Brasil está em festa. Mais de 199 milhões de brasileiros torcendo juntos pelo Brasil na Copa. É muita vuvuzela, minha gente!

Infelizmente, algumas (muitas) pessoas não teriam o “privilégio” de assistir aos jogos, se não fosse pela Brahma. Em uma campanha em mais de 700 cidades simples, a marca levou alegria e emoção com sua própria festa. Cerveja, telão e futebol, pra quem mal tem TV.

É a consciência de que estamos no Brasil, e de que #AquiTemFesta : daquela festa que não pode faltar pra ninguém.

Com muito orgulho, participo dessa ação, que não só promove alegria e festa, mas acessibilidade.

Hoje, somos todos um só. Hoje, #AquiTemFesta \o/

Vai, Brasil!

Amanda Armelin dia 23 de junho de 2014
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O perfil dos tatuados no Brasil

Qual o perfil das pessoas tatuadas no Brasil? Que grau de escolaridade tem, qual a temática mais comum entre os riscos no corpo?

Numa pegada meio Globo Repórter, “onde vivem , como se reproduzem”, a Galera do OTempo liberou um infográfico super legal.

Clique para ver o tamanho completo!

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Amanda Armelin dia 9 de junho de 2014
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Sobre erotismo e publicidade

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Uma amiga me mandou essas perguntas para um trabalho final de PP na faculdade. Mas, achei pertinente compartilhar com vocês minhas respostas. Segue:

 

No mundo de hoje, com tamanho uso do erotismo, principalmente nas campanhas publicitárias, ainda se pode confundi-lo com pornografia/vulgaridade?

Acho que as pessoas estão cada vez mais conscientes. Erotismo e pornografia são duas coisas completamente diferentes, e nós (que damos a cara à tapa publicamente para discutir temas tão polêmicos) tentamos sempre deixar bem claras as diferenças.
Minha opinião pessoal envolve gostar mais do lado sexy, de achar que quase mostrar é mais bonito que escancarar. Meu público já tem essa consciência e acaba concordando, até em contos eróticos que escrevo, que a delicadeza da história e os detalhes nos meios acabam justificando os finais. Em campanhas publicitárias, é a mesma coisa: vai da delicadeza na hora da criação em perceber essa diferença e externá-la.

Você acredita que o erotismo na publicidade, com o uso de corpos esculturais, pode influenciar na imagem que a sociedade hoje em dia tem do corpo perfeito e na busca incessante por ele?

Infelizmente, sim. Mas isso sempre aconteceu, e acho que ainda demora um pouco pra mudar. As pessoas tem mania de se comparar com o que não tem/são, mas isso vem da cultura que temos. As pessoas devem buscar “corpos perfeitos” pelos motivos corretos: saúde, bem estar, prazer no exercício, etc. Aceitar-se é algo pessoal e diferente do que se vê na mídia em geral, e acaba demorando um pouco pra todo mundo.
Hoje, já vejo muita mudança em relação há 5, 10 anos atrás: modelos plus size, gente fora do padrão, que foge ao estereótipo. Gente tatuada, com cicatriz, com deficiências. Tem tanta campanha linda de gente real por aí, que inspira e deve ser exemplo (vide DOVE).

Até que ponto o erotismo pode ajudar em uma campanha e quando ele pode começar a atrapalhar?

Depende pura e simplesmente da abordagem. Quando o erotismo é tratado de maneira que a mulher parece um objeto, é feio e nada criativo.
Mas por exemplo, aqui e aqui são dois exemplos MUITO legais do erotismo em prol do humor e do bem, respectivamente.

Na publicidade existe o CONAR, orgão regulamentador, que por certas decisões já sofreu acusações de praticar preconceitos e censuras de liberdade de expressão. Acha que seria viavel e funcional a participação da sociedade junto ao CONAR na criação de regras e leis publicitárias?

Honestamente? Não. Acho que quem trabalha para o CONAR teve estudo, formação, treinamento, diretriz, etc, etc. A sociedade em geral anda muito chata e crítica com tudo: essa necessidade constante de ter uma opião formada sobre tudo que as redes sociais causaram, deixou as pessoas muito cheias de si. Dar poder à elas seria atrapalhar mais do que ajudar.

Diante tamanhos efeitos causados, qual o caminho você acredita que o erotismo traçará na publicidade?

Depende do caminho que deixarmos ele tomar: somos nós publicitários quem mudamos a visão das pessoas com alguma inovação, abordagem diferente ou delicadeza de tratamento do erotismo.
Fazer mais propaganda de cerveja com mulher pelada não está com nada, e colocar um pornozão hard para todos os públicos também não dá certo. A criatividade ainda vai mudar o mundo (e espero que a cabeça das pessoas também).

Amanda Armelin dia 27 de maio de 2014
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Saudade de você

Sinto sua falta todos os dias. Mais de cinco anos se passaram, e seu abraço ainda é minha melhor memória. É de você que ainda falo toda vez que estouro pipoca de panela. Na verdade, depois que você se foi, nunca mais estourei pipoca no microondas.

É bobo, eu sei. Mas era nosso ritual, e é assim que celebro sua presença.

Sabe, você teria adorado conhecer meu apartamento novo. Eu insistiria sempre para você vir visitar. Também tenho certeza que se daria super bem com minha cachorra. Que sentiria orgulho das coisas que aprendi a cozinhar nos últimos anos (lembra que eu não sabia nem fazer gelatina? Hahahaha), e do trabalho que eu tenho hoje. E mais ainda, você adoraria meu noivo. Ele tem muito do seu jeito carinhoso, delicado e simpático de amar, sabe? Vocês se dariam tão bem que dói mais ainda saber que não deu tempo de apresentá-lo.

Mas confia em mim, que dessa vez eu tenho certeza que escolhi direitinho, tá?

Eu conto pra todo mundo das suas orquídeas e dos seus morangos. Dou risada até hoje de como passávamos a tarde pegando pêra e figo pra virar doce de compota. Mesmo sendo um zero à esquerda com plantas, sempre achei mágico (apesar de triste) como toda sua estufa morreu logo depois que você se foi, mesmo com todo cuidado de outra pessoa.

Sinto saudade de você sentadinho na ponta da mesa, comendo devagarinho e bem quietinho. De como você sempre me trouxe paz, mesmo quando a vida parecia bem complicada. Sinto saudade até da sua falta de jeito pra conversar, da sua ausência de palavras. Estar ali do seu lado sempre me bastou. Quantas vezes assisti os canais de esportes mesmo odiando eles, só por você.

Eu não visito cemitérios. Não frequento igrejas. Mas eu sei que você me entende. Você também sabe que não preciso disso para te celebrar em mim. Para sentir você por perto, guardar pertinho do coração em cada lembrança que a vida trouxer. Não conta pra ninguém, mas você teria sido a primeira pessoa a saber do meu noivado.  Na verdade, dói pra cacete lembrar que você não estará presente no meu casamento.

Mas tudo bem, porque você continua, e vai ficar pra sempre aqui comigo. Fica bem onde estiver, vô. Eu continuo te amando.

 

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Amanda Armelin dia 23 de maio de 2014
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Homens: dica para manter o playground limpinho

Não que o texto tenha fórmulas secretas ou algo que fuja muito ao bom senso, mas é divertido de ler. E claro, mandar como quem não quer nada para aquele peguete que não segue algum desses conselhos.

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1- Aparar: Sim
A única regra inviolável é jamais ter algo com uma aparência (ou – misericórdia – um cheiro) ingovernável. Adoro caras cabeludos, mas não há nada pior do que tirar a cueca do sujeito e, bem na hora do sexo oral, tomar um susto e pensar que o Chewbacca chegou antes de você. Uma boa dica: os pelos abaixo da sua barriga e acima do seu joelho não podem ser compridos a ponto de enrolarem no seu dedão. Em primeiro lugar porque cachos nos pelos pubianos saíram de moda há muito tempo; em segundo, porque já é trabalho suficiente tirar o meu cabelo do rosto na hora do boquete – que dirá tirar seus pentelhos do meio dos meus dentes.

2- Depilar:  Não
Um saco nu cria um visual em que o pênis parece estar reclinado sobre um pufe cor de pele. Aí já vem a imagem de um pinto com um minipacote de pipoca na mão, sentado em frente à TV, assistindo ao videoteipe do futebol. Brochante.

3- Preparar-se com antecedência: Sim
Sabe aquele momento em que o barbeiro acaba de cortar seu cabelo e passa um pincel nos seus ombros? Se ele não fizesse isso e depois, por um estranho acaso, desse uma lambida no seu pescoço, seria a coisa mais nojenta do mundo. Por isso, na próxima vez em que você acreditar que alguém possa querer colar o rosto na sua virilha, lembre-se de tomar uma chuveirada depois de usar a tesourinha.

4- Aderir a neologismos:  Não
Já ouviu falar em manjazzling? Ou scrotazzling? Trata-se da prática de enfeitar o próprio membro e adjacências com pedrinhas de strass e/ou purpurina. Não caia nessa. Não quero olhar o saco do cara e pensar que estou diante de um globo de discoteca.

5- Manter o odor natural:  Sim
Pelo amor de Deus, não borrife nada naquela região. Sexo oral com um cara que se encheu de perfume lá embaixo é como entrar no elevador com uma velha que exagerou na colônia. Só que a velha, no caso, é seu pênis. Tomar banho regularmente é suficiente para resolver o caso.

Original aqui. 

Amanda Armelin dia 16 de maio de 2014
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Desgrude do celular

“A vida é o que acontece enquanto você está no celular”.

Sad, but true. Passamos tanto tempo de cabeças baixas em nossos smartphones que acabamos esquecendo da conexão com pessoas reais: o valor de pedir uma informação ao invés de buscar no aplicativo, de observar uma paisagem ao lado de alguém a olho nu, e não sozinho pela tela do celular.

Esse vídeo acaba sendo um forte e bonito “tapa na cara da sociedade”, com um storytelling fofo de acompanhar e um quê de final surpreendente.  Vale assistir, concordar, repensar alguns atos e ser mais real.

(Não esqueça de ativar as legendas)

Amanda Armelin dia 14 de maio de 2014
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O dia em que fui pedida em casamento

Se é pra falar, que seja escancarado. Essa é nossa história, nua e crua, com detalhes do pedido de casamento s2

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Há dois anos e meio, conheci um cara meio que sem querer, enquanto trabalhava na cobertura da Campus Party. Ele era amigo de uma amiga em comum, e enquanto conversávamos (eu e ela) ele passou falar um oi.
Mais tarde, fui despedir-me de outros amigos na bancada, e lá estava ele novamente: dei tchau.

Não sabia seu nome, não houve interesse. Seria mentira pintar o relato e dizer que foi amor à primeira vista. Não foi.
Mas ele descobriu meu nome, encontrou meu Facebook, e me adicionou. Aceitei porque reconheci a foto, mas nunca puxamos conversa.

Meses depois, em uma noite solitária assistindo filmes (o filme era Alien, rs) ele decidiu me chamar no Facebook e perguntar, sem ao menos um oi, o que ele tinha que fazer para “fazer parte da minha vida”. Surpresa pela audácia do moço tímido da Campus Party, respondi que tínhamos vários amigos em comum, e que seria fácil dar um jeito de tomarmos uma cerveja juntos.

Várias conversas e muita insistência depois, marcamos de tomar uma cerveja para conversarmos e nos conhecermos melhor, antes de um evento que eu participaria. No horário marcado, encontramo-nos na Av. Paulista, antes de descer a Augusta para tomarmos umas cervejinhas.

Um olhar, um abraço, algumas cervejas e muita conversa depois, ele (já alegre pelo efeito do álcool) ainda me acompanhou no evento e depois, no táxi até em casa. Pasmem: sem tentar nada.
Saímos mais algumas vezes depois, e em meio a alguns encontros perfeitos, a paixão cresceu. Mas, meu jeito moleque, libertino e extrovertido assustou-o. No medo de amar sozinho e achar que eu não quisesse nada mais sério, ele sumiu.

Eu, brava, deixei o orgulho falar mais alto e não fui atrás. Segui a vida fingindo que ele não tinha mexido comigo, que ele não era o cara dos meus sonhos. Por mais de um ano afastamo-nos. Ele, com mensagens esporádicas, eu, com respostas ásperas.

Até que a vida deu as voltas e a maturidade que precisava para ambos, e um “oi” bastou para reascender tudo que tinha ficado mal resolvido no passado. Marcamos um jantar de “DR” para que todas as cartas fossem colocadas na mesa. Em uma dessas cartas, ele disse que viajaria por mais de um mês.

Pedi então que ele fosse, e que só me procurasse na volta, porque não seria justo ficar sofrendo por antecipação. Mas esse tempo serviu para termos ainda mais certeza do que sentíamos, e ao voltar de viagem, ele já me esperava na porta de casa (sim, no mesmo dia) , com um buquê de rosas e um lindo pedido de namoro (sim, antes de qualquer beijo ou conversa).

A rotina do último ano só me provou mais do que eu já sabia: aquele cara que eu havia sonhado a vida toda existia sim. Cheio de romantismos, detalhes e emoções que eu nunca havia sentido. Por um ano exato namoramos, e confesso que tem sido muito fácil conviver com ele: tem respeito, amizade, preocupação, amor e carinho.

Ontem, 29/04/2014, completávamos um ano de namoro, e ele não fez por menos: romântico como sempre, levou-me em nosso restaurante favorito, onde tinha deixado rosas, pétalas e velas e tivemos um jantar muito agradável. Mas a noite ainda reservava mais para o coração derretido dessa que vos escreve.

No táxi de volta pra (agora nossa) casa, ele pediu que o taxista tomasse outro caminho. Descemos na Avenida Paulista, toda cheia de gente, bem no local onde nos vimos antes de nosso primeiro encontro. Só de estar ali, da delicadeza dele me ter levado onde tudo começou e ter entregue mais um buquê de rosas, meu coração (e os olhos) transbordaram amor.

Mas havia mais a ser dito, e com o coração quase saltando pela boca (eu podia sentir o nervosismo dele), ele respirou fundo e disse que ali, onde tudo começou, ele tinha certeza que havia encontrado o amor, e que por isso, perguntaria, (já ajoelhando) se eu queria casar com ele.

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Fui tão espontânea que gritei. Chorando, respondi que “sim, mil vezes sim” e abracei-o. Colocamos as alianças, e sob os olhos de todo mundo que estava ali em volta, sorrindo pra gente, fomos embora.

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Mas a noite reservava ainda uma última surpresa: aquele momento nosso, íntimo e especial, havia sido registrado pelas mãos e astúcia (além de habilidades ninjas) do amigo e fotógrafo Marco Aurélio, é graças à ele que vocês podem sentir um pouco do que senti (e ainda estou sentindo) ali.

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Estou noiva. Estou feliz. Estou (ainda mais) apaixonada.
Te amo, Tiago (agora noivo).

Amanda Armelin dia 30 de abril de 2014
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A vez do mobile

Adoro infográficos, e a galera da Grumft fez um super legal sobre o mobile:

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Amanda Armelin dia 16 de abril de 2014
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