Rapunzel Solidária: doar seu cabelo pode ajudar crianças com câncer

 cabelodoado

Sempre fui dessas que desapega fácil de coisas por boas causas: doo sangue esporadicamente, roupas e sapatos para quem precisa pelo menos 3x ao ano e dessa vez decidi experimentar algo inusitado.

EU DOEI MEU CABELO. Oi?

Sim, é isso mesmo. Desapeguei da juba por crianças em tratamento de quimioterapia. Acontece que existem algumas ONGs que aceitam doações de cabelo para fazerem perucas para essas lindas carequinhas (muito amor, né?)

Todos sabem que SÓ corto meu cabelo se for com o Leo Dullius, ali no salão do querido Alison Salles, em Porto Alegre. E sim, fui até lá pra cortar 30 cm de amor em fios e enviar para o pessoal do Rapunzel Solidária.

 equipe

Mas quando a causa é boa, pessoas lindas se comovem junto, e se inspiram. E esse foi o caso da comadre Fabiana, que também decidiu doar mais de 45cm de cabelo, e do próprio Alison, que se propôs a ser o salão parceiro do pessoal do Rapunzel Solidária em POA.

Foi lindo e emocionante. Esperamos fazer carequinhas sorrirem sempre mais.

Pra ser sincera, eu amei o resultado s2

finalAmandaArmelin

E você, que tal desapegar do cabelo? Depois cresce de novo, boba!


doacao

PS: Fica um agradecimento especial à marca Converse, que apoiou essa causa. #nãoépubli

@amanda_arm dia 18 de março de 2014
Comente aqui
compartilhe

Te odeio, menina

dca43cbce6cc67082234e1136eb64b76e98547d5

 

Vem cá meu bem, que hoje é pra você que vou falar de amor e de todo o ódio que ele me causa.

Porque eu te odeio desde o momento que sabia que me apaixonaria por você. Te odiei antes mesmo de um abraço que era pra ter sido aperto de mão.

Eu odiei o fato de não ter conseguido desviar dos teus olhos e não resistir à tua boca. Odiei constatar que eu estava certo quando imaginei que seu corpo encaixaria tanto no meu.

Assim como também odiei ter que me despedir e saber que você não podia ficar até amanhã. Odiei te ver ir embora, odiei não ter gritado pra que você ficasse.

Odeio todos os dias não ser aquele que faz planos ao seu lado e nem pode contar detalhes idiotas sobre o dia (hoje o gato fez xixi na minha cama e eu derrubei o café sem querer, sabia?). Odeio o fato de não fazermos viagens sem destino ou bebermos no boteco que fica a três quarteirões de casa juntos. Aliás, odeio não fazer planos para o fim de semana, para o mês que vem ou para a vida inteira com você.

Odeio não conhecer seus amigos e nem sua família. Odeio não poder falar o quão lindo seus cabelos ficam quando molhados pra quem quiser ouvir. Odeio que você não possa andar de mãos dadas comigo, inclusive.  Também odeio bastante que você não tenha provado meu tempero, tampouco meu corpo, porque eu tenho certeza que transpiraríamos e gozaríamos juntos.

Odeio a cor dos seus olhos e principalmente, quando eles não são a primeira coisa que meus olhos enxergam ao acordar pela manhã. Odeio não poder te dar boa noite e nem te apresentar meu melhor amigo (que com certeza te acharia meio ogra, e eu daria risada disso).

Odeio a possibilidade grande de nunca sermos juntos. E odeio mais ainda o pensamento de que ainda assim, isso seja amor de verdade e não morra com o tempo. O que me faz odiar, acima de tudo, o fato de que mesmo você não sendo minha, o meu eu ficou grudado em você. De graça, pra sempre.

E só a ideia de você não ser aquela que eu sonhei tanto tempo, entrando descalça vestida de branco de cabelo solto e pisando na grama com aquele monte de gente invejando nossa felicidade num domingo de sol, me faz te odiar ainda mais e odiar o amor.

Então vem cá meu bem, mas não se assuste: esse ódio todo é só seu, porque foi a forma que encontrei de mascarar o amor. O meu amor, que é seu amor, que eu só queria que fosse nosso amor.

@amanda_arm dia 7 de março de 2014
Comente aqui
compartilhe

Sobre a história que não é

Pleasing-Couple-Love-Hug-Wallpaper

 

Eu nunca te vi e já decorei o formato do seu rosto. Sempre que fecho os olhos é a intensidade do seu sorriso que ilumina o que ainda não toquei. Sei de cor e salteado o formato que tem seu corpo, mesmo sem nunca tê-lo despido: é fácil porque foi fabricado no formato de encaixe perfeito com o meu. Você tem esse jeito assim tão volúvel que combina com o meu e essa sintonia assim, que nem precisa respirar perto do meu pescoço pra ser capaz de arrepiar.

Mas vai devagar, menino. Porque só a imagem do gosto me causa prazer e medo do descontrole que você me causa.

Nossa história de amor ainda nem virou história, e eu já sei que não precisaria de mais que dois segundos pra me apaixonar por você. Eu tenho certeza que há muito de sonho e histeria guardados em ti pra viver só comigo. Tem sua barba por fazer roçando no meu rosto, tem minhas cores todas grudadas no seu peito. Tem seu ataque de cócegas enquanto eu quase perco o ar implorando para que você pare, tem minha vingança de pedir pra escolher entre sexo ou futebol na TV. Tem todas as vezes que eu der risada quando você reclamar de algo que te causou ciúme, tem todas as vezes que você vier me buscar de surpresa no trabalho e eu ficar sem graça. Não tem malabarismo na cama, porque a gente não precisa disso. Devoramo-nos diariamente sem ensaio, sem receio e sem pudores premeditados. Deixa a parte da acrobacia para as contas do fim do mês.

Você é desses que eu classifico como único. Apesar do sorriso e dos olhos parecidos a tantos outros que já vi, o seu ar comum se destaca na minha intensidade. Porque é nos meus olhos que eles reluzem, é só para os meus que eles realmente brilham. Você é meu por escolha (minha e sua) e isso te faz tão diferente: tão meu e dono de nós.

Essa história é a mais bonita de todas porque é feita de mais que amor: tem tudo daquilo de explícito e intenso que não se esgota. É mais que sexo. É mais que o que as pessoas conhecem. É mais bruto, é mais direto. Tem menos glamour e mais verdades.

Tu é meu porque quis, e isso te torna tão perfeito aos meus olhos: você teve a escolha de ir embora e resolveu não ir. Você é o meu ideal sem toda aquela balela de cavalo branco. É minha vontade nua e tudo que eu sei ser de verdade.

E no fim, acho que o que mais gosto de tudo isso é o perigo e a inveja que nossas verdades causariam no mundo. Nossa história ainda nem é, e já balança todos os equilíbrios que você gastou a vida toda pra construir.

@amanda_arm dia 25 de fevereiro de 2014
Comente aqui
compartilhe

Tem que ter

Por Daniel Bovolento

Já dizia o poeta que uma mulher não pode ser lá só fruto de uma sexualidade etiquetada por nós e pelo resto da humanidade. Ah, não. Ele dizia que uma mulher tem que ter qualquer coisa além de beleza, alguma coisa de triste. Que é pra gente ter certeza de que vocês são de verdade. Que é pra gente sentir aquele gostinho salgado das lágrimas se misturando ao sabor do batom de vocês quando a gente for lambuzar a boca num pedido de desculpas. Que é pra gente sentir bem a diferença de um rosto macio passando por uma barba que denuncia uma certa inaptidão para a doçura.

Uma mulher tem que ter algo de fera. Algo a ver com caninos expostos e feições tranquilas que ameacem. Tem que ter essa fantasia perigosa entre uma mordida e outra. Que é pra gente sentir as presas – e se sentir preso pelos olhos. Que é pra gente suar junto e fugir junto quando a coisa ficar feia pra gente. Que é pra gente entender que o descontrole feminino causa arrepios, mas a malícia da tranquilidade é mais prejudicial ainda. Que é pra gente temer perdê-las de luz apagada. Então uma mulher tem que ter algo de exibicionista a olho nu.

Uma mulher tem que saber bem sobre caminhos. Ser boa de estrada pra deixar a gente se perder nas curvas – ou na falta delas – e se divertir com a nossa falta de perspicácia a la Teseu. Tem que deixar um pouco seu lado Ariadne e se divertir como faria alguma Afrodite ou Lolita. Tem que ter aquele quê de infernal na forma com que nos despreza e nos aceita de volta. Saborear-se de improvisos e nos deixar sem fala a cada novo script. Mas sem tragédia. Já basta a vocês que sejam tristes. Então recomendo que toda mulher tenha um pouco de comédia romântica. Que é pra garantir um final mais ou menos feliz e um (des)enrolar de história bem divertido. Que é pra companhia ser amigável e pro tempo voar quando a gente estiver com vocês. Um pouco de teatro romano só pra rir quando Nero incendiar Roma. Ou pra botar fogo em Roma e destruir tudo vocês mesmas. Uma mulher deveria ter essa noção de que o poder as pertence e nós… Ah, nós somos apenas humanos indefesos perto delas.

Uma mulher tem que ter um quê de mãe. Que é pra avisar quando estamos errados e pra rir quando a gente ultrapassar o conselho e der de cara com alguma chuva de verão inesperada. Tem que ter alguma coisa de frágil. Que é pra gente poder cuidar e mimar, e também pra entrar em contradição com o que eu já disse antes sobre o poder feminino. Também pudera: o que seria de uma mulher sem a contradição específica do seu sexo? Sem os gemidos abafados ou os gritos ensurdecedores das noites bem levadas. Dos orgasmos fingidos, e mais ainda dos orgasmos intensos tidos com a vontade de quem não se importa em mostrar que chegou ao paraíso. Tem que ter um pouco de Colombina pros Arlequins e Pierrots de plantão disputarem seu amor por entre estrofes. E um pouco de Cleópatra também. Que é pra aprender sobre solidão e sobre decisões mais acertadas que a ambição nos tira.

Ah, e uma mulher tem que ter um pouco só dela. Senão fica igual a todas as outras. Tem que ter aquela coisa que sirva de identificação ou apelido. Que venha dela e se mostre timidamente a quem conseguir devorá-la ou desvendá-la. Tem que ter seu quê de cor de pele ou cor de cabelo. E sem essas outras identificações muito específicas. Porque homem não sabe, e nem vai saber distinguir sua mulher pela cor do esmalte. A gente sabe a mulher que tem – ou que quer ter – pelo cheiro do pescoço, pelo chamego gostoso, pelo jeito com que ela anda de chinelo e moletom na rua. Por chamar de morena, ou minha loira, ou ruivinha, ou meu amor.

Uma mulher tem que ter tudo o que puder. E tudo o que quiser. Porque, cá entre nós, não importa muito o que a gente queira que ela tenha. Quem decide no final é ela mesma. E a gente só acaba tendo uma delas se elas mesmas quiserem nos ter.

@amanda_arm dia 25 de fevereiro de 2014
Comente aqui
compartilhe

Te levo comigo

tumblr_l23dfhlLEz1qbqvc1o1_400_large[1]

Sempre fui dessas que não tem vergonha de sentir saudade, e hoje não foi diferente.

Bom, na verdade foi. Porque pela primeira vez, foi com você: engoli toda a mágoa que o seu medo e sua fuga me causaram e deixei a memória buscar toda a parte boa do nós que vivemos. Pra ser sincera, hoje até entendo seus medos e motivos, mas isso não vem ao caso.

Nosso timming pode ter sido errado, mas o que passamos juntos na época pareceu bem certo: desde sua cara de pau ao vir falar comigo no meio de um batalhão de gente estranha até nossa decisão em nem tentar algo sério.

Mas eu senti saudade de como você me olhava. De como tinha medo de me perder. Do sorriso de canto de boca que soltava ao me ver chegando de longe.

Quase senti seu cheiro na cama e lembrei do que estava escrito em cada um de seus bilhetes espalhados pela casa. Fechei os olhos pra lembrar de como eu me derretia enquanto você tocava violão ao pé da cama depois que transávamos. De como era vidrado nos meus pés.

Sorri escondido ao lembrar da tara que você demonstrava em locais públicos, me deliciei com seu ciúme bobo e descontrolado, pedindo satisfação a toda hora. Lembrei até daquela vez que você quase deu um soco no moço da mesa do lado, lá de cima do palco enquanto eu te assistia e ele me paquerava. Lembrei também de como nos resolvemos mais tarde, entre lençóis.

Ouvi sua voz pertinho do meu rosto, e aquele seu jeito sem jeito de dizer que gostava de mim mas tinha medo do meu trejeito. Lembrei de como você gostava de frutas no café da manhã, e mais ainda quando eu lhe trazia na cama, vestindo apenas sua camiseta da noite anterior.

Engoli todo meu orgulho e vim aqui confessar, que por você eu teria mudado o meu mundo e o meu jeito, só pra ficar no seu. Por você, eu talvez até tivesse casado.  Eu teria escrito um livro, plantado uma árvore e quem sabe, feito um filho.

Hoje, não te quero mais, mas ainda te levo comigo; pra poder lembrar de tudo isso e usar sorrisos tímidos de maneira contida, esporádica e sincera do que poderia ter sido quando precisar suspirar. Deixei-me também um pedaço, pra você nunca se esquecer de lembrar de mim, ou da intensidade do que tivemos.

@amanda_arm dia 24 de fevereiro de 2014
Comente aqui
compartilhe

Emagrelin: chegou ao fim

Emagrelin chegou ao fim.  Até mais, e obrigada pelos peixes.

Sucesso e até o próximo projeto maluco!


Continuem se inspirando s2

@amanda_arm dia 24 de fevereiro de 2014
Um comentário
compartilhe

Clipe fofo de amor pra dançar de olhos fechados

Só isso.

Grata.

@amanda_arm dia 12 de fevereiro de 2014
Um comentário
compartilhe

Mudança

mudanca-08

Repliquei porque me identifiquei. FORTE.

E recentemente passei por isso.

FÁBIO PORCHAT

Dia 1. Segunda-feira
Me mudei. Finalmente. Não acredito que encontrei o apartamento dos meus sonhos. Tamanho ótimo, arejado, sol da manhã, perfeito. Já consigo ver tudo mobiliado, eu, recebendo a família, os amigos. Tudo na minha vida agora faz sentido, por isso, comecei esse diário na casa nova!

Dia 2. Terça-feira
Hoje chega a minha cama. Vou dormir aqui pela primeira vez. Já comprei um vinho pra comemorar. Mal posso esperar.

Dia 3. Quarta-feira
Minha cama não chegou. Na verdade, chegou, mas eu não estava em casa. Estava trabalhando. Aí eles não puderam entregar e prometeram entregar hoje. Tirei essa semana de folga no trabalho para poder receber tudo.

São 19 h. Acabou o horário comercial e não entregaram minha cama. Liguei e eles disseram que a previsão é amanhã.

Dia 4. Quinta-feira
Entregaram a cama. Mas quem entrega não monta. Preciso pedir pra alguém vir montar porque se eu montar sozinho ela sai da garantia. Por que não me disseram isso na loja quando eu comprei? Liguei pro instalador que prometeu vir hoje.

Dia 5. Sexta-feira
Dormi no chão. O instalador não chegou ainda. Estou numa bagunça de caixas. Não posso desfazer nada porque não chegaram os armários. A geladeira ficou de aparecer hoje junto com o fogão. Chegou uma mesinha de centro que eu comprei. O que que eu vou fazer com essa mesinha?

Dia 6. Sábado
Instalaram a minha cama. Mas o colchão ainda não chegou. O caminhão que ia entregar ontem bateu na Dutra e meu colchão voltou pro estoque em São José. Disseram que chega até quarta. Ainda não chegou nada. Não saí de casa à espera da geladeira e do fogão, então estou sem contato visual com humanos há cinco dias.

Dia 7. Domingo
Tenho sede, tenho fome e comecei a delirar. Hoje, por não ser dia útil, pensei em descer para tomar um sol, mas o cara da NET garantiu que viria hoje, mesmo sendo domingo.

Dia 8. Segunda-feira
Faltei ao trabalho. Não chegou nada ainda. Mas, pelo menos, conversei com o porteiro. Ele me entregou umas contas e eu o abracei forte. Saudades da minha mãe.

Dia 9. Terça-feira
Chegou a geladeira. Mas ela não passa na porta. Tem que ser içada pela janela. Como isso não estava previsto, a geladeira voltou pra loja. Eles prometeram que amanhã entregam a geladeira de novo com o fogão. O cara da NET falou que hoje vem na parte da tarde.

Dia 10. Quarta-feira
Estou tendo alucinações. Sonhei que minha internet já estava instalada. Quando acordei, liguei pra NET e eles me deram a previsão de instalação em até três dias úteis. Acho que vi um vulto.

Dia 25. Algum dia
Perdi o emprego. Mas meu colchão chegou. A geladeira foi içada, mas a porta veio com um defeito de fábrica e não fecha. O fogão não veio ainda. A NET ficou de vir hoje. Estou com fome e com sede. Já perdi cerca de nove quilos. Minha barba atinge o tamanho de quatro dedos. Chegou o ar condicionado. Mas o homem que instala só pode vir semana que vem.

Dia 39. Algum dia em 2014
Estou vendendo meu apartamento com uma geladeira, uma cama com colchão e um ar condicionado e me mudando pra minha mãe. O interessado favor entrar em contato com a imobiliária. Grato.

@amanda_arm dia 11 de fevereiro de 2014
Comente aqui
compartilhe

Sou dessas, também.

427243_339099679518469_242967502_n

Sou dessas que fecha os olhos e brinca de conto de fadas, transformando sapos feios em príncipes sem cavalo branco, de preferência barbudos e tatuados.

Sou dessas que ri de mulher que reclama do sapato, por nunca entender porque elas ainda se prestam a sofrer e brincar de equilibrista para eles, que na maioria das vezes, nem notam.

Sou dessas que dá bom dia pra desconhecido e sai sorrindo largo rua afora de segunda à sexta, antes das oito da manhã, e ninguém entende.

Sou dessas que não se penteia, que acha sexy andar descalça e que camisetas masculinas são o melhor vestido pela manhã.

Sou dessas que sente cheiro, gosto e vontade de tanta coisa que os sentidos até se perdem: entre o perfume da flor, o gosto do bombom e a sensação de pisar em nuvens, eles ficam com todos.

Sou dessas que sonha alto, mas gosta de realizar muito de pé no chão, porque já caiu muitas vezes e tem coisas que doem até hoje.

Sou dessas que dança na chuva, na pista, na rua e até sem música ou par.

Sou dessas que não sabe ser metade: brinca de all in com tudo que gosta (mesmo sabendo que vai se dar mal no fim).

Sou dessas que não se conhece por completo, e nem pretende: já descobri cedo que o divertido de ser é mudar.

Sou dessas que tem desejos simples e um único objetivo de vida: ser feliz.

@amanda_arm dia 11 de fevereiro de 2014
Comente aqui
compartilhe

O Mistério da Família Steinbrich

foto_53240

Ontem foi um desses domingos despretensiosos, onde a gente sabe que não vai ter muita coisa pra fazer no final do dia e decide meio em cima da hora que dá tempo de ir no teatro.

Nosso provedor de internet (que não vou falar o nome porque não estou ganhando nada com isso) tem um programa de fidelização do cliente que disponibiliza dois ingressos diários grátis para seus assinantes em determinadas peças de teatro, cinemas e etc (e confesso, temos feito bom proveito de tal benefício).  Assim sendo, pegamos lá nossos ingressos grátis e fomos com expectativa zero assistir a peça “O Mistério da Família Steinbrich”, no teatro Maria Della Costa.

E eis que tanto o local quanto a peça me surpreenderam positivamente: a começar pela sala, que é ótima. As cadeiras são confortáveis, a acústica é muito boa e pra ajudar, os assentos estão organizados em degraus com uma boa diferença (assim não rola risco nenhum de ter cabeção na sua frente).
A peça acontece toda num único cenário e entre várias trocas de roupa, os personagens cantam, dançam, gritam, sussurram, interpretam, fazem rir, assobiam e chupam cana.

Quanto à história, a premissa é bem simples: o milionário patriarca George Steinbrich morre em um acidente de carro e ao voltar do velório, a família descobre que o acidente foi fruto de sabotagem, dando início a uma misteriosa trama de suspense e comédia musical (foco nas caras e bocas da empregada da casa, por gentileza). E aí você passa a peça toda querendo descobrir quem foi, já que ninguém ali é muito flor que se cheire e todos teriam motivos para matá-lo.

Até que, quase no final da peça, EU TE GARANTO, VOCÊ SERÁ SURPREENDIDO. No melhor estilo Tony Ramos apresentando programa de TV antigo, acredite: você fará parte do final dessa história.

A peça está em cartaz aos sábados 19h30 e domingos 20h30 no Maria Della Costa.

Os ingressos custam R$40 inteira e R$20 meia.

Resumindo: vá. Nós precisamos incentivar o teatro e difundir a cultura no Brasil.

 

PS: Ganhei até uma caneta super fofa no final s2

@amanda_arm dia 10 de fevereiro de 2014
3 comentários
compartilhe

Próxima página »« Página anterior

pesquisa

contato

RSS Feed