Quinta Sexual 44: Revival (Conto)

postado por em 24/02/2011

Foram namorados por dois anos. Arrisco dizer que tinham uma relação bastante conturbada e complicada. Já cansados de lidar com toda aquela pressão e stress, decidiram terminar. Claro que isso não significava o fim do sentimento, mas definitivamente, o fim das dores de cabeça. Sofreram bastante no começo, mas já fazia algum tempo, e a ferida estava cicatrizando. A decisão de não terem mais nenhum...

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Quinta Sexual 43: Bissexualidade à flor da pele

postado por em 17/02/2011

Eu sempre disse meio que em tom de brincadeira: “O mundo seria muito melhor se todos fôssemos bissexuais”. Mas parando pra pensar, brincadeiras à parte, até que faz algum sentido. Porque aí não existiria esse tamanho preconceito bobo que infelizmente ainda circula por nossas ruas. Sem comentar o fato de que o leque de oportunidades de paquera de todas as pessoas aumentariam. Ok, ok. Eu já estou...

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Quinta Sexual 41: Sexo de Reconciliação

postado por em 03/02/2011

É meio óbvio assumir que ninguém gosta de brigar. Mas não custa dizer. Relacionamentos infelizmente trazem com eles algumas brigas. Sérias ou por motivos idiotas, desentendimentos são sempre sinônimo de stress, choro, grito e algumas verdades ditas da pior maneira possível. Mas já que são inevitáveis, hoje falaremos da parte boa da briga: O sexo de reconciliação. Porque em meio a ofensas e...

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Quinta Sexual 39: Pompoarismo WIN!

postado por em 13/01/2011

Os primeiros exercícios surgiram na Índia, com o tantra, doutrina milenar que encara o sexo como uma forma divina de atingir a plenitude. Bem mais tarde, no início do século XX, gueixas japonesas e prostitutas tailandesas se apoderaram desse conhecimento para massagear o pênis de amantes e clientes com a parte interna da vulva. Treinavam com as contas de seus colares, a primeira versão das...

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Quinta Sexual 38: Sexo Amigo Esporádico e Sem Remorso

postado por em 06/01/2011

Eram amigos há anos, e talvez por isso, nunca precisavam dizer certas coisas. Era um acordo sexual que não tinha cláusulas. Nem palavras. Muito menos assinaturas e promessas. Um simples causa e efeito certeiro a cada vez que se encontravam, mesmo que por acaso. Um plano a ser executado, mesmo que quando sem planejamento. Nunca tiveram nada além disso. Eram pura e simplesmente amigos. Tornavam-se...

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