Ela estava sentada, tomando seu café tranquilamente enquanto lia um livro qualquer achado em promoção de prateleira de loja barata. Era outono e a estação lhe fazia vestir um casaco leve por cima do belo decote que sempre adorava exibir.
Ele a avistou ao longe, mas nem fez menção em chamar-lhe a atenção. Queria chegar sorrateiro, e de fato o fez, logo após escrever algo qualquer em um guardanapo.
Não deixou que ela o visse, mas chegou tão perto de sua nuca que ela arrepiou-se imediatamente. Deixou seus lábios e barba roçarem levemente a lateral daquele pescoço tão delicado, que quase implorava por beijos quando estava assim, à mostra. Ele comentara várias vezes que adorava vê-la de cabelos presos, bem se lembrava.
Ela sabia que era ele. Nem precisou se virar. Conhecia de cor e salteado aquela deliciosa sensação que ele lhe causava sempre que chegava perto dessa forma. Fechou os olhos e abaixou a cabeça, deixando que ele a arrepiasse ainda mais com beijos delicados no pescoço. Mas ao tentar se virar para retribuir o carinho, ele não a deixou beijá-lo.
Simplesmente deixou o guardanapo em cima da mesa, virou as costas e saiu andando. Sem entender nada, ela leu rapidamente o guardanapo que simplesmente dizia “Te espero no estacionamento do terceiro subsolo. Vá sem calcinha. Você tem 5 minutos.”
Deixou o café na mesa, jogou o livro de qualquer jeito na bolsa, correu para o banheiro, tirou sua pequena calcinha branca de algodão (que à essa hora já estava molhada de tanta curiosidade e excitação que o bilhete havia lhe causado), jogou dentro da bolsa. Ainda deu tempo de pegar uma pastilha e retocar o batom antes de ir. Correu para o local indicado pelo guardanapo.
Ele já a esperava dentro do carro, com a cara mais sacana que ela já tinha visto ele fazer. Mal entrou no carro e foi atacada com o beijo mais longo, molhado e demorado da história de ambos. Ela não conteve um suspiro e ele aproveitou aquele momento para descer os dedos lentamente até sua virilha. Claro que não deixou de passar (e parar uns segundos) por entre os seios, até que sentisse aqueles deliciosos bicos endurecerem ao toque. Abriu a calça jeans surrada com a outra mão enquanto ela se contorcia no banco do passageiro com aqueles dedos que penetravam-lhe a vagina de maneira tão deliciosa. Sentiu até a face corar por estar tão molhada; pôde jurar que conseguia sentir seu gozo escorrer entre os dedos dele.
E enquanto sentia ela gozar em sua mão, tocava-se com tanto tesão que teve que diminuir o ritmo por umas duas vezes para não gozar muito rápido. Só se permitiu o gozo quando ela já estava no 3º orgasmo. Um gemido alto, de ambos.
Sorriram, ligaram o carro e seguiram para o motel mais próximo. TINHAM que continuar aquilo.
Agora SaiDaqui e deixe a sua imaginação imaginar o resto
Siriricar é uma arte. Deve ser praticada sempre que possível, porque convenhamos: experiência nunca é demais.
E não estou exagerando: Tem que ter habilidade. Porque para os que pensam que é só pegar o dedo e enfiar ali no buraquinho da menina, tenho uma palavra: #FAIL. Gente, acorda! O clítoris é sensível pra caramba, e pode provocar as mais diversas sensações nas gurias.
Infelizmente, algumas delas são dor e desconforto. E acontecem com frequência, quando o cara faz movimentos com muita força em tal região. Nesse caso, JEITO é o segredo, enquanto força não está com nada.
Vale lembrar que não somente o clítoris é responsável por provocar prazer nas mulheres. Não hesite em passear as mãos pelo corpo dela – e fica a dica: quanto mais de leve você o fizer, mais facilmente provocará arrepios. Sabe aquele tocar de ponta dos dedos, quase não encostando? Pois é, esse mesmo, que dá tesão só de lembrar
Pernas, parte interna das coxas, virilha, barriga. Depois de bastante provocá-la (acreditem, nós ADORAMOS isso) inicie com carinho a introdução do dedo. Desnecessário comentar que quanto mais molhada e com vontade ela já estiver nessa hora, melhor.
Mais dedos e/ou outros objetos sexuais como vibradores, bolinhas de pompoarismo (ou qualquer outra coisa mais exótica – melhor nem comentar) deve ser introduzida depois, quando ela já estiver com a lubrificação necessária e o desejo por penetração estiver mais intenso.
E lembre-se: Todo homem gosta de punheta, mas nem toda mulher gosta de siririca. (É sério! )
O ideal é conhecer sua parceira, conversar e saber do que ela gosta ou não, para não ter experiências chatas e constrangedoras, muito menos quebrar o clima na melhor hora.
Só pra deixar bem claro, repito: Siriricar é uma arte. Fazê-la com maestria DEFINITIVAMENTE vai lhe trazer boaslembranças e recompensas na cama!
Agora SaiDaqui e vá praticar.
Ontem enviaram via twitter o link de um vídeo que foi postado no blog Sedentário e Hiperativo, sobre como seria o mundo se as mulheres fossem tão taradas quanto os homens.
É claro que eu quase morri de tanto rir. Sério, é muito engraçado. Desde homens fazendo pole dance à mulheres siriricando enquanto o namorado dorme. Mega LOL.
Mas por outro lado, levanta questões sexuais muito sérias. De por exemplo, como as mulheres não tem uma necessidade tão grande de sexo constante, e como elas são menos taradas, por assim dizer.
Ou ainda em como pra mulher, sexo é (quase sempre) sinônimo de amor e sentimento, enquanto para o homem, quase sempre sexo é apenas sexo, e amor é outra coisa, completamente diferente.
De maneira ridicularizada, o vídeo me fez refletir realmente em como se passa de idiota um homem que tem ereções constantes em lugares públicos, ou que não tem a mínima vergonha de encarar uma mulher e fazer cara de safado.
Cafona, brega, e absolutamente constrangedor.
Pedreiragem sempre me irritou. Homens, aprendam: TODA mulher gosta de se sentir gostosa. Mas existem N maneiras de demonstrar isso. E NÃO é fazendo cara de tiozão da Sukita safado que você vai dizer isso. Essa parte deixa para os ajudantes de obra, que param de trabalhar para ver até a bunda da sua tataravó.
Valadão manda lembranças.
E a mãe? Vai bem?
PS: Para quem não viu, esse é o vídeo.
SaiDaqui!